
Foi Carnaval, a festa das máscaras, do riso e da ilusão. Por momentos cada um encontrou uma forma de disfarce, um outro rosto, sem exigência nem responsabilidade.
A vida real tende a disfarçar-se de máscaras. Somos assim, à imagem do Carnaval...
Acabado o intervalo entre a ilusão e a Vida, voltamos à Verdade: sem máscaras, assumimos a coragem de nos olharmos em frente.
Ao frenesim das ruas, casinos, sociedades recreativas e salas de espectáculo, segue-se agora o apelo sereno ao deserto...
«O Espírito Santo impeliu Jesus para o deserto. Jesus esteve no deserto quarenta dias e era tentado por Satanás». Marcos 1, 12
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