
Sabes bem que em nosso coração sempre é de noite;
Vem, portanto, sempre e não deixes nunca de vir, Senhor!
Vem no silêncio,
Pois já não sabemos sequer o que dizer;
Vem, portanto, sempre e não deixes nunca de vir, Senhor!
Vem na solidão,
Pois cada vez estamos mais sós;
Vem, portanto, sempre e não deixes nunca de vir, Senhor!
Vem, Filho da paz;
Pois não sabemos o que é a paz;
Vem, portanto, sempre e não deixes nunca de vir, Senhor!
Vem consolar-nos,
Pois cada vez estamos mais tristes;
Vem, portanto, sempre e não deixes nunca de vir, Senhor!
Estamos longe, desencaminhados,
Não sabemos o que somos nem o que queremos;
Vem, portanto, sempre e não deixes nunca de vir, Senhor!
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