quinta-feira, 5 de abril de 2012

Centro Juvenil Salesiano de Arouca - Acampamento em Ponte de Telhe




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Com o som do rio Paivô, como música de fundo, e com o cantar dos galos, como despertador matinal, escolheu o grupo dos ADS do Centro Juvenil Salesiano de Arouca um tranquilo e acolhedor recanto para acamparem, de 30 de março a 1 de abril, no lugar de Ponte de Telhe.
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Tendo como apoio logístico as instalações da Escola do 1º ciclo e o espaço da capela em construção, esse acampamento proporcionou aos jovens e adolescentes do Movimento Juvenil Salesiano uma boa integração com a população local, através não só da entrega pessoal do programa do acampamento, bem como da participação comum em algumas das atividades, tais como uma Via Sacra e a participação na procissão e eucaristia do Domingo de Ramos.
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Pelas opiniões recolhidas junto de alguns campistas a satisfação geral e o enriquecimento pessoal foram nota comum.
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Para Beatriz Azevedo este acampamento foi “uma atividade muito fixe com momentos de brincadeira, de convívio e também formativos”. Para João Almeida esta atividade “ensinou-nos a estar em grupo, a estar em contato com a natureza e em relação com Deus”. Para Inês Azevedo “estar com os amigos, conviver com os outros, fazer novas amizades e participar nos jogos, nas caminhadas e na oração da noite” foram os aspetos que mais destacou. Por sua vez, Miguel Sousa salientou o “ambiente de convívio, o aprofundamento da parte religiosa e a interação com a população local”. Para Matilde Soares, “a descoberta de um lugar que desconhecia, partilhar o espírito da Páscoa com os amigos e estar em contato com a natureza” foram os aspetos mais relevantes deste acampamento.
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Elemento importante nesta relação entre o grupo e a população foi o papel desempenhado pelo pároco, Pe. Paulo Teixeira que muito contribuiu para a boa empatia entre a população anfitriã e o grupo visitante.
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Expressão desse bom acolhimento e dessa empatia foi o bilhetinho escrito por uma moradora dessa localidade que, através da sua singeleza e da sua espontaneidade, exprimiu bem o sentir geral com que aquela comunidade cristã acolheu estes jovens.
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“Ponte de Telhe é pequenina, mas tem graça
Tem o rio Paivô para dar banho a quem passa.
As vossas palavras e a vossa passagem por aqui
Só nos vieram enriquecer;
Podem ter a certeza que nunca vos vamos esquecer.
Um beijo para todos”
- Maria Fernanda Duarte
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O ramo entregue ao pároco durante a Eucaristia, as palavras de agradecimento e o “Obrigado, gente de Ponte de Telhe” proclamado em coro pelos ADS, constituiu um gesto simples mas bem sentido por ambas as partes.
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José Cerca

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