O Jornal de Notícias publica na sua edição de hoje, 12 de Abril de 2009, uma reportagem sobre algumas das nossas paróquias, intitulada "Padres que Deus quer".Pode também ver uma pequena fotogaleria com audio em:

O saldo desta festa foi depositado na conta bancária da Fábrica da Igreja.
A Missa na Ceia do Senhor é como que o pórtico de entrada e a Introdução ao Tríduo Pascal. Tríduo, significa três dias: o dia da paixão, o dia da sepultura e o dia da Ressurreição. Antes deste caminho, Jesus sentou-se à mesa com os Doze para celebrar a Páscoa. Por isso a Missa da Ceia, com a instituição do sacerdócio, a proclamação do mandamento novo e o rito do lava-pés é a celebração sacramental daquilo que Jesus realizaria na sua carne: o Dom da sua entrega, no corpo dado e no sangue derramado.
«Hoje a Igreja convida-nos a um gesto que, talvez, para os gostos modernos, resulte um tanto ultrapassado: a adoração e o beijo da Cruz. Mas trata-se de um gesto excepcional. Beijando a Cristo, beijam-se todas as feridas do mundo, as feridas da humanidade, as recebidas e as infligidas, as que outros nos fizeram e as que fizemos aos outros. Mais ainda: Beijando a Cristo, beijamos as nossas feridas, precisamente aquelas que temos abertas, por não sermos ou nos sabermos amados. Este beijo que a Igreja nos convida a dar hoje é o beijo da mudança de vida. Cristo, do alto da cruz, derramou por nós a vida, e nós, beijando-o, acolhemos o seu beijo, quer dizer, o seu expirar Amor, que nos faz respirar e reviver. Só no interior do amor de Deus, se pode participar no sofrimento, na cruz de Cristo, que, no Espírito Santo, nos faz saborear o poder da ressurreição e o sentido salvífico da dor.»
«Olhando, viram que a pedra da entrada de sepulcro já fora revolvida; e era muito grande» (Mc.16,4)!

Em comunhão com o Santo Padre, percorremos nós também a Via Sacra, para agarrar-nos ao madeiro da Cruz, ao longo do mar da vida, e sobretudo...